Carregando
Esse site é melhor visualizado em versões mais recentes do Internet Explorer ou no Google Chrome.
Braskem

#corropelo
brasil

superação é ser melhor que você mesmo
todos os dias.

vamos correr

clique e veja os vídeos

© Copyright - Braskem - Todos os direitos reservados

A AÇÃO

Quando os atletas da Equipe Brasileira de Paratletismo correm, eles não correm só por eles. Eles correm por muita gente. Correm pelo Brasil inteiro. Por isso, a Braskem convida você para dar força aos nossos atletas e mostrar que o Brasil inteiro está com eles.

Envie um vídeo seu correndo como nossos atletas no filme acima para o número de Whatsapp
.

*Os vídeos selecionados farão parte do filme final de divulgação da ação,
que será veiculado nos canais digitais da Braskem (Site, Facebook, Instagram e YouTube).

Scroll

Fechar
paratletismo
brasileiro
MA
TE
U
S EVANGELISTA
Mateus

Mateus Evangelista nasceu com paralisia cerebral. O fato comprometeu o seu lado direito, e suas mãos e pés ficaram atrofiados. Contudo, isso não impediu o jovem rondoniense de sonhar e entrar para o esporte. Antes de se dedicar completamente ao Atletismo, Mateus já foi goleiro da Seleção Brasileira Sub-21 de Futebol de 7.

Atualmente, coleciona medalhas em competições internacionais nos 100m e 200m.

paratletismo
brasileiro
A
L
A
N FONTELES
Alan Fonteles

Alan Fonteles teve de amputar as duas pernas ainda bebê, devido a uma septisemia proveniente de uma infecção intestinal.

Hoje com 23 anos, possui diversos títulos nacionais, além de medalhas paralímpicas e mundiais. Alan fez história nas Paralimpíadas de Londres: venceu o mito Oscar Pistorius e ganhou o inédito ouro para o Brasil nos 200m T43/44.

O paraense corre com próteses de fibra de carbono e é considerado um dos melhores velocistas do mundo. Atualmente é o recordista mundial nos 100m e 200m.

paratletismo
brasileiro
D
A
NI
EL TAVARES
Daniel Tavares

Em 2015, o paulista de Marília foi responsável por fazer história ao colocar pela primeira vez um deficiente intelectual do país no topo de um Mundial de Atletismo, feito ocorrido nos 400m. Daniel Tavares descobriu o esporte paralímpico por acaso. Ele praticava capoeira, futebol e basquete, mas nunca havia pensado em iniciar no atletismo.

Em um desmaio, sofreu convulsões e precisou ficar dois meses parado. Foi aí que ele descobriu a deficiência e resolveu se arriscar na corrida.

paratletismo
brasileiro
TE
REZI
NHA GUILHERMINA
Terezinha Guilhermina

A mineira Terezinha Guilhermina nasceu com retinose pigmentar, uma doença congênita que provoca a perda gradual da visão. Sem tênis no início de sua carreira, a atleta começou sua trajetória na Natação. Foi a irmã que a colocou no mundo do Atletismo ao dar de presente seu único par de tênis, em 2000.

Desde então trocou as piscinas pela pista e é hoje recordista mundial dos 100m, 200m e 400m classe T11 e é conhecida como a cega mais rápida do mundo.

paratletismo
brasileiro
ED
SO
N PINHEIRO
Edson Pinheiro

O acreano nasceu no seringal com ajuda de uma parteira. Com falta de oxigênio, teve paralisia cerebral, que prejudicou o movimento do braço direito. Edson Pinheiro praticava tênis de mesa em 2001, e, um ano depois, migrou para o atletismo.

Em menos de dois anos no esporte, conquistou seu lugar na Seleção Brasileira.

paratletismo
brasileiro
PA
RR
É

Parré nasceu no interior da Paraíba e, sem acesso à vacina quando bebê, teve poliomielite. A família mudou-se para o Distrito Federal em busca de melhores oportunidades e tratamento para Parré, como é mais conhecido. Aos 17 anos, por influência de um amigo, começou a praticar basquete em cadeira de rodas e, há 15 anos, conheceu o atletismo e nunca mais largou.

paratletismo
brasileiro
PE
TRÚ
CIO FERREIRA
Petrúcio Ferreira

Petrúcio Ferreira é uma novidade nas provas de atletismo nacionais e internacionais. O atleta sofreu um acidente com uma maquina de moer capim aos dois anos de idade e perdeu parte do braço esquerdo. Petrúcio gostava de jogar futsal e sempre foi muito rápido, e a velocidade chamou a atenção de um treinador.

O paraibano, em apenas dois anos de carreira, já foi campeão Parapan-Americano do Canadá, em 2015, nos 100m e 200m, e hoje é o atual recordista mundial nos 200m.

paratletismo
brasileiro
A
L
E
X PIRES
Alex Pires

Alex Pires descobriu que possuía um encurtamento no braço esquerdo com apenas oito anos, desde então procurou tratamento, mas devido à complexidade da situação em perder o movimento do mesmo optou por não fazer uma cirurgia.

Sempre gostou de praticar esportes, e devido estar ficando com uma idade mais avançada para a categoria no futebol, resolveu começar a correr. Conheceu o atletismo em 2007.

paratletismo
brasileiro
O
DA
IR SANTOS
Odair Santos

Ainda criança, Odair dos Santos começou a perder a visão por causa de uma retinose pigmentar. Quando começou a correr, na adolescência, ele ainda enxergava. Em 2010, após conquistar seis medalhas em Parapans (Mar Del Plata 2003 e Rio 2007) e seis medalhas Paralímpicas (Atenas 2004 e Pequim 2008) ele foi reclassificado para T11 (perda total de visão) e teve que se adaptar à nova classe e reescrever sua história na modalidade.

Provando ser um dos cegos mais rápidos do mundo, em provas de longa distância, Odair ganhou seis ouros em Mundiais (Christchurch 2011 e Lyon 2013) e foi prata nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012.

paratletismo
brasileiro
YOH
AN
SSO
N NASCIMENTO
Yohansson Nascimento

Yohansson Nascimento nasceu sem as duas mãos, mas a deficiência nunca foi um empecilho para o jovem. O velocista conheceu o Atletismo aos 17 anos, convidado pela técnica Valquíria Campelo, no ônibus em sua cidade natal, Maceió. Aos 27 anos, o velocista já possui uma coleção de medalhas em Jogos Paralímpicos, Mundiais e Parapan-americanos.

Yohansson é o atual recordista mundial nos 100m, 200m e 400m da classe T45.

paratletismo
brasileiro
FE
LI
P
E GOMES
Felipe Gomes

O velocista começou a perder a visão aos 6 anos de idade devido a um glaucoma congênito, seguido de catarata e descolamento de retina. Passou pelo Futebol de 5, Goalball e em 2003 conheceu o atletismo.

Felipe Gomes conquistou a medalha de ouro nos 200m e bronze nos 100m nas Paralimpíadas de Londres (2012). No último Mundial, foi prata nos 100m.

paratletismo
brasileiro
VE

NIC
A HIPÓLITO
Veronica Hipólito

Verônica Hipólito começou no esporte como atleta olímpica do atletismo. Após ser diagnosticada com um tumor na cabeça e sofrer um AVC, a paixão pelo atletismo fez Verônica migrar para o desporto.

Rapidamente a atleta começou a colecionar medalhas e é, hoje, recordista das Américas nos 100m, 200m e 400m.

PARTICIPE

Participe desta ação e mostre para os nossos heróis que você também está correndo com eles.

Aceitos vídeos em MOV e MP4 com até 20MB. Para melhor resultado, utilize um filme em formato horizontal e correndo da direita para a esquerda.

Sucesso!